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Igreja Matriz de Águas Belas (Igreja de Santa Maria Madalena - Igreja alpendrada do Séc. XIII-XVII; possuindo uma origem românica, foi ampliada no séc. XVII, em 1756, encontrando-se a data inscrita no arco triunfal; o púlpito encontra-se também datado (1642) e apresenta a seguinte inscrição “Cleaves, Cesses”; o Prior era da apresentação dos Marqueses de Arronches e Lafões.)
Capela de Santo Antão em Aldeia do Bispo (Influências Barrocas, em termos de gramática decorativa, mas com escassas variantes: pórtico com pilastras, frontão entrecortado, óculo ou janelão, sendo ou tendo sido rebocado, apenas com cunhais de cornija e molduras em cantaria; nave única; a cabeceira é volumetricamente diferenciada da nave; arco triunfal de volta inteira; coro-alto de betão assente em pilares graníticos - 2ª metade do séc. XVIII)
Igreja Matriz de Aldeia do Bispo (Fins do séc. XVIII – 1779; a data de 1779 encontra-se inscrita em caracteres romanos no lintel do pórtico; nave única; pórtico em arco abatido com friso curvo; possui porta lateral e apenas uma janela lateral; as molduras são rematadas por frisos)
Igreja Matriz de Aldeia da Ponte (Séc. XVII- Pároco da apresentação do Reitor de Alfaiates; existem vários indícios de que o imóvel foi acrescentado em altura do séc. XIX, podendo-se ler no arco triunfal a seguinte data: 1-11-1899.
No recinto podemos ainda ver a Torre Sineira com gárgulas de canhão)
Capela de S. António em Aldeia da Ponte (Igreja alpendrada – Data provavelmente do séc. XVII; nave única; a capela é precedida por um alpendre sustentado por pilares chanfrados; possui apenas uma fresta lateral; a cabeceira é volumetricamente diferenciada da nave; arco triunfal de volta perfeita em cantaria.)
Capela das Almas em Aldeia da Ponte (Influências Barrocas, em termos de gramática decorativa, mas com escassas variantes: pórtico com pilastras, frontão entrecortado, óculo ou janelão, sendo ou tendo sido rebocado, apenas com cunhais de cornija e molduras em cantaria - 2ª metade do séc. XVIII)
Cruzeiro na estrada entre Sacaparte e Aldeia da Ponte (Classificado como Imóvel de Valor Concelhio – D.L. nº 31/83 de 9 de Maio. Data possivelmente do séc. XVIII; apresenta coluna cilíndrica com capitel simples, encimado por uma cruz; assenta sobre quatro degraus circulares, que repousam numa plataforma.)
Cruzeiro de Aldeia da Ponte (Serve de marca para os Passos da "Via Sacra"; base rectangular, apresentando decoração incisa, de cariz geométrico; cruz rectilínea com as hastes molduradas.)
Igreja Matriz de Aldeia da Ribeira (Data possivelmente do séc. XIX – XX - edifício rebocado, apenas com cornija e molduras de cantaria, vãos rectos ou em arco abatido, sem ornamentos; a capela apresenta tecto de caixotões com configuração de Santos.)
Igreja Matriz de Aldeia de Santo António (Influências Barrocas, em termos de gramática decorativa, mas com escassas variantes: pórtico com pilastras, frontão entrecortado, óculo ou janelão, sendo ou tendo sido rebocado, apenas com cunhais de cornija e molduras em cantaria; nave única; torre sineira adossada à frontaria, com aberturas sineiras em arco de volta perfeita; cabeceira volumetricamente diferenciada da nave e apresentando duas construções adossada lateralmente - 2ª metade do séc. XVIII)
Capela de N.S. do Pilar em Urgueira – Aldeia de Santo António (Data possivelmente do séc. XIX-XX - nave única; campanário de duas aberturas sineira, anexo à cabeceira e com acesso exterior; cabeceira diferenciada volumetricamente; coro-alto de madeira; arco triunfal de volta perfeita; púlpito com balcão de madeira, de carácter popular; altar com rectábulo de talha dourada oitocentista, repintada)
Igreja Matriz de Aldeia Velha (Influências Barrocas, em termos de gramática decorativa, mas com escassas variantes: pórtico com pilastras, frontão entrecortado, óculo ou janelão, sendo ou tendo sido rebocado, apenas com cunhais de cornija e molduras em cantaria; nave única; campanário anexo e sacristia adossados ao alçado lateral esquerdo; contrafortes nos alçados laterais, dando lugar no interior a dois arcos torais; os altares constituem um reaproveitamento de retábulos do estilo nacional - 2ª metade do séc. XVIII - 1778)
Igreja da Misericórdia em Alfaiates (Igreja Medieval - classificada como Imóvel de Interesse Público – D.L. nº 41191 de 18/7/1957. Foi nesta igreja que se realizou o casamento da Infanta D. Maria, filha de D. Afonso IV de Portugal, com Afonso XI de Castela. Nave única; pórtico em arco de volta perfeita com três arquivoltas, encimado por rosácea ornamentada; lateralmente a este, abrem-se duas portas, destinadas a púlpitos exteriores, observando-se ainda um “Passo” adossado; no interior, existem dois arcos torais, não possuindo altares parietais.)
Capela de S. Miguel (Séc. XIX – 1861; nave única; pórtico recto, ladeado por pequena abertura; iluminada apenas uma fresta lateral; a data de 1861 encontra-se gravada no lintel da porta.)
Igreja Matriz de Alfaiates (do séc. XVI - XVII, possui uma raiz medieval, caracterizando-se pela cantaria aparente, pórtico em arco de volta inteira, enquadrado por pilastras ornamentadas com motivos vegetalistas ou estriados e entablamento encimado por janelão ou nicho.
Era Reitoria da apresentação do Bispo de Lamego, depois de Pinhel e Comenda da Ordem de Cristo.Sacristia acrescentada em 1785. No
séc.XX foi acrescentada uma capela lateral dedicada a S. Pedro.)
Igreja de N. S. de Sacaparte (Influências Barrocas, em termos de gramática decorativa - 2ª metade do séc. XVIII; o complexo arquitectónico é constituído pela igreja, albergaria anexa, dependências conventuais, alpendres de feira, um cruzeiro, um chafariz e uma fonte de mergulho. Destaca-se na igreja, de três naves e pórtico recto encimado por frontão interrompido, uma “janela-oratório” maneirista, e os rectábulos em talha dourada.)
Cruzeiro de Sacaparte (Do séc. XIX – 1896; bloco rectangular; apresenta a data incisa na parte inferior, encimada por uma inscrição; nicho pouco profundo, rematado por cruz com as extremidades trilobadas.)
Igreja Matriz de Badamalos (Data dos fins do séc. XIX a sua reedificação - edifício rebocado, apenas com cornija e molduras de cantaria, vãos rectos ou em arco abatido, sem ornamentos; coro-alto de madeira de influência neo-gótica; tecto em abóbada de berço com placagem metálica; altares laterais neo-gótico.)
Ruínas da capela de S. José na Bendada (Influências Barrocas, em termos de gramática decorativa, mas com variantes significativas: cunhais e cornija de cantaria; pórtico em arco abatido encimado por frontão curvo interrompido enquadrando motivo concheado e encimado por óculo quadrilobado - 2ª metade do séc. XVIII)
Capela de N.S. da Saúde em Rebelhos - Bendada (Data possivelmente do séc. XVIII - as molduras são rematadas por frisos; pórtico em arco abatido moldurado, encimado por janela recta; sineta em arco de volta inteira. A data de 1782 encontra-se inscrita na sineta.)
Campanário da Bismula (Integra o mecanismo do relógio; porta de acesso ao interior e escada exteriores de acesso às aberturas sineiras)
Capela de Santa Bárbara em Bismula (arquitectura religiosa popular – data possivelmente do séc. XVIII; pórtico recto encimado por friso que se prolonga como frontão interrompido, enquadrando uma pequena abertura.)
Capela de S. Francisco em Casteleiro (arquitectura religiosa popular – fachada principal em cantaria, sendo os alçados laterais rebocados; pórtico em arco de volta perfeita, com sineta lateral; possui um púlpito exterior de balcão recto.)
Ermida de N. S. do Monte na Cerdeira (Possivelmente do séc. XV - XVII, possui uma raiz medieval, caracterizando-se pela cantaria aparente, pórtico em arco de volta inteira, enquadrado por pilastras ornamentadas com motivos vegetalistas ou estriados e entablamento encimado por janelão ou nicho.
Ermida subordinada ao Convento de Santa Maria de Aguiar, Castelo Rodrigo; segundo Pinho Leal, possuía seis feiras anuais. Sofreu alterações no séc. XVII, particularmente no que respeita à fachada principal. Possuía também coro-alto, construído neste século, mas já demolido, apenas subsistindo alguns degraus da escada que lhe dava acesso.)
Igreja Matriz da Cerdeira (Igreja de N. S. da Visitação - do séc. XIX - XX, edifício rebocado, apenas com cornija e molduras de cantaria, vãos rectos ou em arco abatido, sem ornamentos; altares com retábulos de talha sob a influência do estilo nacional; arco triunfal de volta perfeita.)
Igreja Matriz dos Fóios (Igreja de S. Pedro - do séc. XIX - XX, edifício rebocado, apenas com cornija e molduras de cantaria, vãos rectos ou em arco abatido, sem ornamentos; arco triunfal de volta perfeita; capela – mor diferenciada volumetricamente da nave; apresenta um contraforte no alçado lateral direito.)
Capela do Espírito Santo em Lageosa (Nave única; vãos em arco abatido e moldurados; as molduras são rematadas por frisos; porta lateral, também em arco abatido e janela lateral, já recta.)
Igreja Matriz da Lageosa (Influências Barrocas, em termos de gramática decorativa, mas com escassas variantes: pórtico com pilastras, frontão entrecortado, óculo ou janelão, sendo ou tendo sido rebocado, apenas com cunhais de cornija e molduras em cantaria; cabeceira volumetricamente diferenciada da nave; sacristia anexa ao alçado esquerdo; púlpito neo-gótico; cobertura com abóbada de berço de madeira - 2ª metade do séc. XVIII-1774)
Igreja Matriz de Malcata (Influências Barrocas, em termos de gramática decorativa, mas com escassas variantes: pórtico com pilastras, frontão entrecortado, óculo ou janelão, sendo ou tendo sido rebocado, apenas com cunhais de cornija e molduras em cantaria; campanário adossado à fachada, com duas aberturas sineiras e acesso exterior a partir do alçado lateral; sacristia adossada ao alçado lateral; possui uma capela lateral dedicada ao Senhor dos Passos; arco triunfal de volta perfeita; três altares com rectábulos de talha oitocentista - 2ª metade do séc. XVIII)
Igreja Matriz da Moita (arquitectura religiosa popular – data possivelmente do séc. XIX; nave única; torre sineira adossada ao alçado lateral; pórtico principal em arco de volta perfeita; cabeceira volumetricamente diferenciada da nave; arco triunfal de volta perfeita; lambril interior pintado, com rosetas de talha dourada; possui três rectábulos de talha de influência ecléctica.)
Torre sineira da Nave (com gárgulas de canhão)
Capela de S. Salvador em Aldeia da Dona - Nave (Influências Barrocas, em termos de gramática decorativa, mas com escassas variantes: pórtico com pilastras, frontão entrecortado, óculo ou janelão, sendo ou tendo sido rebocado, apenas com cunhais de cornija e molduras em cantaria - 2ª metade do séc. XVIII)
Capela de Santo António na Nave (Influências Barrocas, em termos de gramática decorativa, mas com escassas variantes: pórtico com pilastras, frontão entrecortado, óculo ou janelão, sendo ou tendo sido rebocado, apenas com cunhais de cornija e molduras em cantaria; porta lateral rematada por concha; púlpito de talha rocóco, assim como os retábulos dos altares laterais e o muro de arco triunfal, de volta inteira - 2ª metade do séc. XVIII-1765)
Igreja Matriz da Nave (do séc. XVI - XVII, possui uma raiz medieval, caracterizando-se pela cantaria aparente, pórtico enquadrado por pilastras ornamentadas com motivos vegetalistas ou estriados e entablamento encimado por janelão ou nicho. A traça medieval foi extremamente alterada. É conhecido que a povoação foi incendiada pelos castelhanos em 1642, sendo a igreja restaurada no séc. XX. Possui Irmandade das Almas.)
Capela de Água da Figueira (arquitectura religiosa popular)
Alpendre com telhado em Pousafoles (construção que marca o sítio do calvário)
Igreja Matriz de Pousafoles do Bispo (Influências Barrocas, em termos de gramática decorativa, mas com variantes significativas cabeceira volumetricamente diferenciada da nave, encontrando-se adossado a este um Cruzeiro com decoração incisa; tem capela lateral dedicada ao Senhor dos Passos, com arco de volta inteira marmoreado e apresentando pinturas murais - 2ª metade do séc. XVIII)
Igreja do Espírito Santo da Lameira, Quadrazais (Data possivelmente do séc. XVII - Igreja alpendrada; pórtico e janelas rectos com moldura, na frontaria; cabeceira volumetricamente diferenciada da nave; arco triunfal de volta perfeita; desprovido de altar parietal.)
Igreja Matriz de Quadrazais (Influências Barrocas, em termos de gramática decorativa, mas com escassas variantes: pórtico com pilastras, frontão entrecortado, óculo ou janelão, sendo ou tendo sido rebocado, apenas com cunhais de cornija e molduras em cantaria - 2ª metade do séc. XVIII)
Capela de Santo Cristo em Quadrazais (do séc. XIX - XX, edifício rebocado, apenas com cornija e molduras de cantaria, vãos rectos ou em arco abatido, sem ornamentos; nave única; pórtico recto; cunhais e cornija de cantaria; é iluminada por duas janelas laterais com moldura)
Capela do Ozendo dedicada a São Sebastião (Do séc. XX, com características senão eruditas, pelo menos não vernáculas; torre sineira de cantaria aparente, adossada à cabeceira, volumetricamente diferenciada da nave; possui duas portas laterais, surgindo nas fenestrações a Cruz de Malta.)
Cruzeiro das Quintas de S. Bartolomeu (Serve de marca para os Passos da "Via Sacra")
Igreja Matriz das Quintas de S. Bartolomeu (Do séc. XIX - muito homogéneo, em que as molduras são já rematadas por frisos; torre sineira adossada à cabeceira, volumetricamente diferenciada da nave; púlpito de granito, classicizante; possui três retábulos de talha oitocentista. Observa-se ainda um cruzeiro rectilíneo no eixo da cabeceira.)
Igreja Matriz da Rapoula (Influências Barrocas, em termos de gramática decorativa, mas com variantes significativas; campanário adossado à fachada principal, com acesso através de escadas exteriores no alçado lateral; pórtico em arco abatido, encimado por uma espécie de frontão tripartido, e acima do qual se abre a janela - 2ª metade do séc. XVIII)
Cruzeiro da Rebolosa (Exibe a figura de Cristo Crucificado)
Igreja Matriz da Rebolosa (Do séc. XIX - XX, edifício rebocado, apenas com cornija e molduras de cantaria, vãos rectos ou em arco abatido, sem ornamentos)
Capela de Santo António em Rendo (Arquitectura religiosa popular)
Campanário de Rendo
Igreja Matriz de Rendo (Influências Barrocas, em termos de gramática decorativa; nave única; pórtico em arco abatido, a partir do qual se desenvolve um ornato curvilíneo em cantaria, que envolve a pequena abertura; possui também uma porta e uma fresta laterais - 2ª metade do séc. XVIII)
Igreja Matriz de Ruivós (Influências Barrocas, em termos de gramática decorativa, mas com escassas variantes: pórtico com pilastras, frontão entrecortado, óculo ou janelão, sendo ou tendo sido rebocado, apenas com cunhais de cornija e molduras em cantaria; campanário independente com duas aberturas sineiras; sobre a porta lateral encontram-se fragmentos de frisos em cantaria, com pináculos piramidais incisos; tecto de caixotão único de madeira; altar-mor de talha dourada do estilo nacional.
No recinto da igreja existia anteriormente um reduto defensivo; a data de 1790 encontra-se gravada na janela que encima a porta principal - 2ª metade do séc. XVIII)
Igreja Matriz de Ruivina (Influências Barrocas, em termos de gramática decorativa, mas com escassas variantes: pórtico com pilastras, frontão entrecortado, óculo ou janelão, sendo ou tendo sido rebocado, apenas com cunhais de cornija e molduras em cantaria;
campanário independente, com duas aberturas sineiras; púlpito com balcão de madeira e base de cantaria; retábulos de talha oitocentista.
Possui a data de 1792 gravada na janela da fachada principal, e no lintel do pórtico MDCCL. A torre foi acrescentada em finais do séc. XIX.
O altar-mor foi feito na transição do séc. XIX para o XX por José Louro do Sabugal; enquanto isso, o antigo coro-alto foi edificado em fins do séc. XIX por Luís José da Cunha - 2ª metade do séc. XVIII)
Igreja da Misericórdia no Sabugal (Igreja Medieval - integra duas pedras gravadas, classificadas como Imóvel de Interesse Público; nave única; pórtico em arco de volta perfeita com quatro arquivoltas;
campanário com duas aberturas sineiras; cachorrada decorada com motivos geométricos; possui pia baptismal, também com decoração geométrica incisa; púlpito com coluna estriada e balcão poligonal, em granito; integra um retábulo neo-gótico e três retábulos em talha dourada numa derivação do estilo rocóco.
Sofreu consideráveis alterações no séc. XVII, encontrando-se a data de 1687 inscrita no janelão da fachada principal, agora entaipado. Parece ter pertencido à Ordem de Malta. Posteriormente passou para a dependência da Irmandade da Misericórdia que instalou nas proximidades um pequeno albergue destinado a peregrinos e hospício.)
Igreja Matriz de Sabugal (Influências Barrocas, em termos de gramática decorativa, mas com escassas variantes: pórtico recto, coroado por frontão interrompido e decorado com conchas, palmetas e volutas, tal como a base da cruz de remate; torre sineira de planta quadrada com quatro aberturas sineiras, possuindo gárgulas de canhão; observam-se vários acrescentos adossados aos alçados laterais; coro-alto de madeira assente em colunas graníticas. A primeira edificação da Igreja datará da época medieval. Era Abadia da apresentação de Mitra - 2ª metade do séc. XVIII)
Capela da Colónia Agrícola de Martim - Rei (Do séc. XX; Estado Novo – Nave única; pórtico recto ladeado por painéis de azulejo policromo representando S. Isidro e N. S. de Fátima, e precedido por alpendre sustentado por colunas de granito; fenestrações simétricas nos alçados laterais, encontrando-se a sacristia adossada ao lado esquerdo.)
Torre sineira do Sabugal (Data possivelmente do séc. XIII – Torre de planta quadrada, rematada por cornija com gárgulas de canhão, integrando não apenas o relógio, mas também uma sineta; cobertura com abóbada de cantaria; fazia parte integrante da cintura de muralhas que envolvia a vila, defendendo a porta que lhe está contígua, porta essa em arco quebrado, apresentando escudo e coroa real, ladeados por esfera armilar.)
Igreja Matriz de Santo Estevão (Do séc. XX – Nave única; torre sineira adossada à frontaria; vãos em arco quebrado evidenciando características neo-góticas; cabeceira volumetricamente diferenciada da nave; coro-alto de madeira; púlpito em talha dourada e base granítica; retábulos em talha dourada eclética e neo-gótica.
Tratar-se-á de uma reconstrução tardia, pois em 1320 surge já a referência à matriz da freguesia, nessa época taxada em 40 libras.)
Capela de S. Sebastião em Santo Estevão (Data possivelmente do séc. XVIII - arquitectura religiosa popular; nave única; porta em arco recto encimada por frontão interrompido, formando volutas nas extremidades e coroado por motivo concheado; possui apenas uma fresta lateral desprovida de moldura.)
Igreja Matriz do Seixo do Côa (Primeira metade do séc. XX - edifício rebocado, apenas com cornija e molduras de cantaria, vãos rectos ou em arco abatido, sem ornamentos; nave única; pórtico em arco abatido, encimado por janelão recto; cabeceira volumetricamente diferenciada da nave; iluminação lateral através de janelões rectos; coro-alto e púlpito de madeira; retábulos em talha dourada de carácter eclético.)
Capela de Santo Ildefonso em Pereficós – Seixo do Côa (Primeira metade do séc. XX - edifício rebocado, apenas com cornija e molduras de cantaria, vãos rectos ou em arco abatido, sem ornamentos; nave única; pórtico em arco abatido, encimado por janelão recto; cabeceira volumetricamente diferenciada da nave; iluminação lateral através de janelões rectos; coro-alto e púlpito de madeira; retábulos em talha dourada de carácter eclético.)
Passos do Calvário em Sortelha (Constituídos por nicho recto, ladeado por pilastras molduradas; coroamento rematado por volutas rudimentares, integrando igualmente outros símbolos, tal como triângulos e rosetas; cruz rectilínea moldurada – Séc. XVIII)
Capela de S. Sebastião em Sortelha (Arquitectura religiosa popular – nave única; pórtico em arco de volta perfeita; adossado à fachada principal encontra-se um passo, localizando-se também na sua proximidade uma alminha; desprovida de fenestrações.)
Capela de S. Tiago em Sortelha (Arquitectura religiosa popular – Nave única; pórtico em arco de volta perfeita, bem como o arco triunfal; desprovida de fenestrações.)
Igreja Matriz de Sortelha (Do séc. XVI – 1573; possui uma raiz medieval, caracterizando-se pelo pórtico ladeado por pilastras caneladas e coroadas lateralmente por esferas armilares; coro-alto de madeira assente em coluna de granito; púlpito renascença; possui dois altares laterais ornamentados com talha dourada sob a influência do estilo nacional, enquanto o altar-mor denota características maneiristas; a cobertura da capela-mor apresenta ainda, ao centro, parte de um tecto mudéjar ou de lançaria.
Inicialmente construída no séc. XIV, sofreu sucessivas alterações que alteraram definitivamente a traça medieval; o lintel do pórtico apresenta uma inscrição latina e a data de 1573. O Vigário era da apresentação da Comarca de Cristo e do Rei.)
Passos do Calvário no Soito (Datam dos finais do séc. XVIII – constituídos por base rectangular sobre a qual assenta um nicho em arco recto, lateralmente moldurado; coroamento curvilíneo, onde geralmente a data se encontra gravavda, coroamento este que antecede a cruz, rectilínea e também moldurada.)
Alpendre com telhado no Soito (Construção que marca o sítio do calvário - data possivelmente do séc. XVIII; alpendre sustentado por quatro pilares moldurados de secção quadrada; integra, junto a um dos pilares, um cruzeiro com decoração geométrica incisa e figuração estilizada.)
Igreja Matriz de Vale das Éguas (Do séc. XIX – XX – Apresenta campanário independente; nave única; cabeceira volumetricamente diferenciada da nave; pórtico recto; iluminação lateral através de janelões rectos; cobertura em abóbada de berço de madeira; púlpito de madeira e base de cantaria; rectábulos do altar-mor em talha dourada do estilo nacional.)
Capela de Santo António em Vale de Espinho (Nave única; pórtico em arco abatido com um motivo concheado no fecho; porta lateral também em arco abatido; iluminada por duas janelas laterais com moldura curvilínea; cabeceira volumetricamente diferenciada da nave.)
Igreja Matriz de Vale de Espinho (Influências Barrocas, em termos de gramática decorativa, mas com escassas variantes: pórtico com pilastras, frontão entrecortado, óculo ou janelão, sendo ou tendo sido rebocado, apenas com cunhais de cornija e molduras em cantaria;porta e fenestrações laterais em arco recto; cabeceira volumetricamente diferenciada da nave; coro-alto de madeira assente em pilares de granito; possui três retábulos em talha dourada de derivação do estilo navcional.
Paróquia existente desde o séc. XV; no séc. XVIII era Curato da apresentação do Reitor da Nave - 2ª metade do séc. XVIII.)
Igreja Matriz de Valongo (Do séc. XIX - XX, edifício rebocado, apenas com cornija e molduras de cantaria, vãos rectos ou em arco abatido, sem ornamentos; campanário adossado à fachada principal; cabeceira volumetricamente diferenciada da nave; vãos rectos; arco triunfal de volta inteira; coro-alto de madeira; possui três retábulos em talha dourada oitocentista de influência rocóco.
A paróquia foi Curato amovível da apresentação do Reitor da Nave; anterior orago: N. S. da Conceição.)
Igreja Matriz de Vila Boa (Do séc. XIX - XX – Nave única; campanário independente, de cantaria, com aberturas sineiras em arco de volta perfeita e coroamento piramidal rebocado; pórtico recto; iluminada lateralmente por janelões rectos; coro-alto de madeira assente em colunas de granito; tecto em abóbada de berço de madeira; retábulos de talha dourada de época recente. )
Capela de N.S. do Mercado em Vila do Touro (Igreja alpendrada - séc. XV- XVII; nave única; fachada principal marcada por um alpendre seiscentista, sustentado por pilares prismáticos; porta principal em arco de volta quebrada, sendo a porta lateral em arco de volta perfeita; púlpito medieval, de cantaria, apresentando colunas de fuste canelado e balcão decorado com motivos geométricos; possui um retábulo em talha dourada do estilo nacional, actualmente repintado a vermelho.
A invocação a N. S. do Mercado está relacionada com a realização de um mercado de gado nas proximidades, revertendo parte das receitas em seu favor.)
Cruzeiro de Vila do Touro (Serve de marca para os Passos da "Via Sacra" – Trata-se de uma cruz rectilínea com as extremidades trilobadas, apresentando também uma glória solar e cravos; na intersecção das hastes observam-se as cinco quinas; reverso liso. A cruz assenta num pilar chanfrado, possuindo um pequeno nicho inciso e ainda um painel azulejar polícromo aí colocado posteriormente.)
Igreja Matriz de Vilar Maior (Classificada como Imóvel de Valor Concelhio – Data possivelmente ou do período medieval ou dos finais do séc. XVIII; nave única; pórtico enquadrado por pilastras molduradas de capitel compósito, sendo encimado por um nicho envolto por ornato curvilíneos; portas laterais semelhantes; cunhais e cornija de cantaria, tal como a cabeceira e a torre sineira, adossada a esta última e com porta de acesso em arco de volta perfeita; possui uma capela lateral com abóbada de cantaria e retábulos em talha dourada baroca.
Em 1320 era taxada em 40 libras; o Pároco era da apresentação do Convento de S. Vicente de Fora em Lisboa; o retábulo do altar-mor é proveniente do Convento de S. Francisco na Guarda e a pia baptismal veio da Igreja de N. S. do Castelo em Vilar Maior, tal como a respectiva imagem.)
Ruínas da Igreja de Santa Maria do Castelo em Vilar Maior (Igreja Medieval – Templo românico de que apenas subsiste a capela-mor em ruínas; de planta quadrada, é antecedida pelo arco triunfal de volta perfeita, conservando ainda três frestas, também de arco de volta inteira, bem como parte do pavimento em granito.
Existem vários indicadores que permitem recuar a sua origem à época visigótica ou moçárabe, tais como os ornatos da pia baptismal e o arco ultrapassado que se encontra inserido no muro do cemitério. Constituía a antiga matiz, tento sido destruída em 1923 para dar lugar á construção do cemitério. Em 1320 era taxada em 20 libras.)
Capela de S. Sebastião em Vilar Maior (Arquitectura religiosa popular – séc. XVI (1595); A data de 1595 encontra-se gravada na cartela que encima o pórtico, segundo a tradição a capela foi mandada erigir pelo Rei D. Sebastião, quando este recrutava tropas na região para a sua expedição militar; outra lenda atribui a origem da capela a dois estudantes que dirigindo-se a Salamanca foram salvos de uma perseguição, após o que mandaram erigir o templo em acção de graças.)
Passos do Calvário em Vilar Maior (Apresenta características rústicas, sendo constituído por nicho em arco recto rematado superiormente por dois pináculos piramidais.)
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